Eu
Novissima
Cry for the moom
Siga seu senso comumVocê não pode se esconderAtrás de um conto de fadasPara sempre e sempreApenas revelando toda a verdade nós podemos descobrirA alma desse reduto para semprePara sempreMentes doutrinadas com muita freqüênciaContém pensamentos doentiosE cometem a maioria dos pecados que eles pregamcontraNão tente me convencer Com mensagens de DeusVocês nos acusam de pecadosCometidos por vocês mesmosÉ fácil condenar sem olhar no espelhoAtrás das cenas abre a realidade.Silêncio eterno implora por justiçaO perdão não está à vendaE nem a vontade de esquecerSiga seu senso comumVocê não pode se esconderAtrás de um conto de fadasPara sempre e sempreApenas revelando toda a verdade nós podemos descobrirA alma desse reduto para semprePara sempreA virgindade foi roubada há muito tempo atrásE o extintor perdeu sua imunidadeAbuso mórbido de poder no Jardim do ÉdenOnde a maçã possui um rosto jovemSilêncio eterno implora por justiçaO perdão não está à vendaE nem a vontade de esquecerSiga seu senso comumVocê não pode se esconderAtrás de um conto de fadasPara sempre e sempreApenas revelando toda a verdade nós podemos descobrirA alma desse reduto para semprePara sempreSilêncio eterno implora por justiçaO perdão não está à vendaE nem a vontade de esquecerVocê não pode continuar se escondendoAtrás de contos de fadas ultrapassadosE continuar lavando suas mãos na inocência
Me!!! Hihih!
Passa amanhã!
I walk alone
Eu Caminho Sozinha
Coloque todos os seus anjos à beira do abismo
Guarde todas as rosas, eu não estou morta
Eu deixei um espinho debaixo da sua cama
Eu nunca fui
Vá dizer ao mundo que eu ainda estou por aqui
Eu não voei, eu estou descendo
Você é o vento, o único som
Sussurre para meu coração
Quando a esperança estiver acabada
E ninguém puder te salvar
Eu caminho sozinha
Cada passo que dou
Eu caminho sozinha
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordada
Nunca acaba
Quando eu caminho sozinha
Volte a dormir para sempre
Bem longe dos tolos e tranque a porta
Eles estão por aí e eles terão certeza de que
Você não tem que ver
O que eu acabei me tornando
Ninguém pode te ajudar
Eu caminho sozinha
Cada passo que dou
Eu caminho sozinha
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordada
Nunca acaba
Quando eu caminho sozinha
Esperando no céu
Eu nunca estive longe de você
Girando em direção ao chão eu sentia cada movimento seu
Eu caminho sozinha
Cada passo que dou
Eu caminho sozinha
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordada
Nunca acaba
Quando eu caminho sozinha
Coloque todos os seus anjos à beira do abismo
Guarde todas as rosas, eu não estou morta
Eu deixei um espinho debaixo da sua cama
Eu nunca fui
Vá dizer ao mundo que eu ainda estou por aqui
Eu não voei, eu estou descendo
Você é o vento, o único som
Sussurre para meu coração
Quando a esperança estiver acabada
E ninguém puder te salvar
Eu caminho sozinha
Cada passo que dou
Eu caminho sozinha
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordada
Nunca acaba
Quando eu caminho sozinha
Volte a dormir para sempre
Bem longe dos tolos e tranque a porta
Eles estão por aí e eles terão certeza de que
Você não tem que ver
O que eu acabei me tornando
Ninguém pode te ajudar
Eu caminho sozinha
Cada passo que dou
Eu caminho sozinha
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordada
Nunca acaba
Quando eu caminho sozinha
Esperando no céu
Eu nunca estive longe de você
Girando em direção ao chão eu sentia cada movimento seu
Eu caminho sozinha
Cada passo que dou
Eu caminho sozinha
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordada
Nunca acaba
Quando eu caminho sozinha
fun
and pain
Mari e eu!
Eu era tão feliz,tão inocente!
Amigos e ''Amigos"
Amigos? sim. Tenho 2 o Rapha e a Hellen... e meu noivo super dez que eu amo... são tudo de bom que acontece de bom na minha vida.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Sofrendo Calada
Eu estou apaixonada por você
e isto esta matando meu coração
só que meu maior problema é que você não vê
Eu preciso muito de você
meu coração anseia por ti
tudo que eu tento não me faz te esquecer
Não sei como ainda não padeci
A morte,ha a morte,seria a solução
mas este corpo tem medo de sofrer
e estes olhos não mais irão te ver
A única saída é a pior
sofrer calada,porém apaixonada
Solução? não a melhor
Amar,sofrer,chorar e mais nada.
Eu estou apaixonada por você
e isto esta matando meu coração
só que meu maior problema é que você não vê
Eu preciso muito de você
meu coração anseia por ti
tudo que eu tento não me faz te esquecer
Não sei como ainda não padeci
A morte,ha a morte,seria a solução
mas este corpo tem medo de sofrer
e estes olhos não mais irão te ver
A única saída é a pior
sofrer calada,porém apaixonada
Solução? não a melhor
Amar,sofrer,chorar e mais nada.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Ó SONO! ó noivo pálido
Das noites perfumosas,
Que um chão de nebulosas
Trilhas pela amplidão!
Em vez de verdes pâmpanos,
Na branca fronte enrolas
As lânguidas papoulas,
Que agita a viração.
Nas horas solitárias,
Em que vagueia a lua,
E lava a planta nua
Na onda azul do mar,
Com um dedo sobre os lábios
No vôo silencioso,
Vejo-te cauteloso
No espaço viajar!
Deus do infeliz, do mísero!
Consolação do aflito!
Descanso do precito,
Que sonha a vida em ti!
Quando a cidade tétrica
De angústia e dor não geme...
É tua mão que espreme
A dormideira ali.
Em tua branca túnica
Envolves meio mundo...
E teu seio fecundo
De sonhos e visões,
Dos templos aos prostíbulos,
Desde o tugúrio ao Paço,
Tu lanças lá no espaço
Punhados de ilusões!...
Da vide o sumo rúbido,
Do hatchiz a essência,
O ópio, que a indolência
Derrama em nosso ser,
Não valem, gênio mágico,
Teu seio, onde repousa
A placidez da lousa
E o gozo de viver...
Ó sono! Unge-me as pálpebras...
Entorna o esquecimento
Na luz do pensamento
Que abrasa o crânio meu.
Como o pastor da Arcádia,
Que uma ave errante aninha...
Minh'alma é uma andorinha...
Abre-lhe o seio teu.
Tu, que fechaste as pétalas
Do lírio, que pendia,
Chorando a luz do dia
E os raios do arrebol,
Também fecha-me as pálpebras...
Sem Ela o que é a vida?
Eu sou a flor pendida
Que espera a luz do sol.
O leite das eufórbias
P'ra mim não é veneno...
Ouve-me, ó Deus sereno!
Ó Deus consolador!
Com teu divino bálsamo
Cala-me a ansiedade!
Mata-me esta saudade,
Apaga-me esta dor.
Mas quando, ao brilho rútilo
Do dia deslumbrante,
Vires a minha amante
Que volve para mim,
Então ergue-me súbito...
É minha aurora linda...
Meu anjo... mais ainda...
É minha amante enfim!
Ó sono! Ó Deus noctívago!
Doce influência amiga!
Gênio que a Grécia antiga
Chamava de Morfeu,
Ouve!... E se minhas súplicas
Em breve realizares...
Voto nos teus altares
Minha lira de Orfeu!
Das noites perfumosas,
Que um chão de nebulosas
Trilhas pela amplidão!
Em vez de verdes pâmpanos,
Na branca fronte enrolas
As lânguidas papoulas,
Que agita a viração.
Nas horas solitárias,
Em que vagueia a lua,
E lava a planta nua
Na onda azul do mar,
Com um dedo sobre os lábios
No vôo silencioso,
Vejo-te cauteloso
No espaço viajar!
Deus do infeliz, do mísero!
Consolação do aflito!
Descanso do precito,
Que sonha a vida em ti!
Quando a cidade tétrica
De angústia e dor não geme...
É tua mão que espreme
A dormideira ali.
Em tua branca túnica
Envolves meio mundo...
E teu seio fecundo
De sonhos e visões,
Dos templos aos prostíbulos,
Desde o tugúrio ao Paço,
Tu lanças lá no espaço
Punhados de ilusões!...
Da vide o sumo rúbido,
Do hatchiz a essência,
O ópio, que a indolência
Derrama em nosso ser,
Não valem, gênio mágico,
Teu seio, onde repousa
A placidez da lousa
E o gozo de viver...
Ó sono! Unge-me as pálpebras...
Entorna o esquecimento
Na luz do pensamento
Que abrasa o crânio meu.
Como o pastor da Arcádia,
Que uma ave errante aninha...
Minh'alma é uma andorinha...
Abre-lhe o seio teu.
Tu, que fechaste as pétalas
Do lírio, que pendia,
Chorando a luz do dia
E os raios do arrebol,
Também fecha-me as pálpebras...
Sem Ela o que é a vida?
Eu sou a flor pendida
Que espera a luz do sol.
O leite das eufórbias
P'ra mim não é veneno...
Ouve-me, ó Deus sereno!
Ó Deus consolador!
Com teu divino bálsamo
Cala-me a ansiedade!
Mata-me esta saudade,
Apaga-me esta dor.
Mas quando, ao brilho rútilo
Do dia deslumbrante,
Vires a minha amante
Que volve para mim,
Então ergue-me súbito...
É minha aurora linda...
Meu anjo... mais ainda...
É minha amante enfim!
Ó sono! Ó Deus noctívago!
Doce influência amiga!
Gênio que a Grécia antiga
Chamava de Morfeu,
Ouve!... E se minhas súplicas
Em breve realizares...
Voto nos teus altares
Minha lira de Orfeu!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
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